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Inicio / Cuenteros Locales / hibrida / SIMBIOSE DE AMOR.

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Sinto, muito, a tua falta!

Lembro-me, de haver te prometido não chorar,
Porém, a tua ausência me esconde o riso e
Traz à mostra as minhas lágrimas.

Estás freqüente em meu pensamento!

Recordo-me de nossas teses tão polémicas
Referindo-nos, sobremaneira, a tantos temas.
Quantas vezes deixavamos à lógica, tão eloquentes.

Defendiamos de modo diverso o amor.
Eu, os meios dele, o amor, se fazer chegar.
E tu que eu era apaixonada, uma romântica.

Talvez...

Entretanto, acredita-me.
O amor tem meios próprios, indiferente às fronteiras,
Traça caminhos em terras que a razão desconhece.

E não é milagre, não, acredita!

É princípio natural da reciprocidade de carinho.
Portanto, não te cerres! Abre-me, como antes
As portas do teu coração, quero contigo estar.

Recordo-te, ainda, sobre a simbiose de amor, a língua una...
A respeito da sublimidade de uma amizade - Que vai além!
Perpassando prá lá do infinito, muito, muito mais além deste.

Todavia, dizia-me, rindo:
“Que romântica!
Não creio em milagres”.

Queria poder sorrir
Porém, não dá, ainda;
Sinto, imensamente, a tua falta!

Mas, lembro-me ter prometido não chorar.
Que a paz seja contigo Gema Rara!
Com sinceridade não te esquecerei – Caro amigo.

Texto agregado el 04-07-2008, y leído por 139 visitantes. (0 votos)


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